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LuxShot |
Shot Matinal · 06h
17 AGO · Nº 013
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Bom dia, cafeinado.
O fim de semana rendeu um recorde de leilão que virou assunto entre colecionadores de carro, um roubo de arte raro na Itália e mais um capítulo da ascensão de João Fonseca nas quadras. Café servido, papo direto. Vira o shot. ☕
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No shot de hoje · toque pra pular | 🏎️ | Ferrari elétrica bate recorde em leilão | 01↓ |
| ⛵ | Ex-CEO da Duracell assume gigante de iates | 02↓ |
| ⏱️ | F.P. Journe e o relógio contra o tempo do luxo | 03↓ |
| 🖼️ | Furto tira obras raras de museu italiano | 04↓ |
| 👗 | 265 peças raras da Comme des Garçons vão a leilão | 05↓ |
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Ferrari elétrica de R$ 208 milhões quebra recorde em leilão
Uma Ferrari elétrica foi arrematada por R$ 208 milhões em leilão, valor que estabeleceu um novo recorde e reacendeu a discussão sobre quanto o mercado de colecionadores está disposto a pagar por peças que representam a transição da marca para a eletrificação. O carro simboliza um momento delicado para a Ferrari: a marca construiu reputação em cima do som e da resposta do motor a combustão, e qualquer movimento em direção ao elétrico é observado de perto tanto por puristas quanto por investidores que apostam no valor futuro de peças de transição. Leilões de superesportivos costumam funcionar como termômetro de riqueza e apetite de risco entre colecionadores globais. Quando um modelo elétrico bate recorde, o sinal é que a raridade e a assinatura de marca pesam mais do que o tipo de motorização na hora de definir valor de mercado. Para quem acompanha o segmento, o preço também reforça um movimento que vem de outras casas de luxo: a eletrificação deixou de ser vista como diluição de valor e passou a ser tratada como capítulo de coleção, especialmente quando a produção é limitada.
O recorde muda a régua de preço para carros elétricos de luxo e sinaliza que raridade pesa mais que tipo de motor na hora de colecionar.
Fonte: SpaceMoney
Dois lados da xícara ▲ Ganha Ferrari, que vê seu apelo de marca validado mesmo em modelo elétrico e de coleção | ▼ Perde Puristas que associam valor da marca exclusivamente ao motor a combustão |
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Ex-CEO da Duracell assume comando da Ferretti Group, gigante dos iates
 Stassi Anastassov, que nunca tinha trabalhado com iates de luxo antes, assumiu o comando do Ferretti Group há poucos meses, segundo a Forbes. O executivo veio da Duracell, onde ocupava a posição de CEO, e agora lidera uma das maiores fabricantes de embarcações de luxo do mundo. A movimentação chama atenção porque é incomum um executivo sem histórico no setor náutico assumir uma companhia do porte da Ferretti, conhecida por marcas de iate voltadas ao público de altíssima renda. A escolha sugere que o grupo está priorizando experiência em gestão e operação de marcas de consumo global em vez de bagagem específica em embarcações, uma aposta que só será validada com os resultados dos próximos trimestres. Para o mercado de luxo náutico, a chegada de um outsider de peso reforça uma tendência: grandes conglomerados de bens de consumo estão trocando executivos entre setores distintos, apostando que disciplina de marca e operação pesam mais do que know-how técnico do produto.
Mostra que gigantes do luxo náutico estão dispostas a trazer executivos de fora do setor para tocar a operação.
Fonte: Forbes Brasil
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F.P. Journe e o relógio que desafia as regras do mercado de luxo
 A marca F.P. Journe é descrita como uma que reescreve as regras do mercado de luxo relojoeiro a partir de um ideal iluminista, segundo reportagem do NeoFeed que explora a filosofia por trás das peças da manufatura independente. O texto situa a marca em contraste com o modelo de produção em massa que domina parte do setor, defendendo uma abordagem que prioriza tempo de manufatura e raridade técnica sobre volume de vendas. Essa lógica de escassez deliberada tem se tornado um argumento de venda cada vez mais comum entre manufaturas independentes, que competem por um público disposto a pagar mais por peças com produção limitada e forte carga simbólica. Para o colecionador, entender essa filosofia ajuda a decifrar por que certas peças de relojoaria independente valorizam de forma consistente, enquanto lançamentos de grande escala nem sempre sustentam o mesmo apelo com o tempo.
Reforça por que manufaturas independentes de relógio conseguem sustentar preços altos mesmo fora dos grandes grupos de luxo.
Fonte: NeoFeed
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Obras raras de Antonello da Messina são furtadas de museu italiano
 Ladrões levaram três dos cinco painéis restantes que compunham um retábulo conhecido como Polittico di San Gregorio, obra atribuída ao mestre renascentista Antonello da Messina, segundo a Forbes Brasil. O retábulo já havia sido reduzido ao longo do tempo, e a perda de três dos cinco painéis remanescentes representa um golpe significativo para o acervo do museu italiano, que preservava um dos poucos conjuntos ainda reunidos da obra. Furtos de peças raras em museus europeus reacendem periodicamente o debate sobre segurança em instituições menores, que muitas vezes não têm orçamento equivalente ao de grandes museus metropolitanos para proteger acervos de valor histórico elevado. O caso também levanta questão sobre o mercado paralelo de arte roubada, já que obras de artistas renascentistas raramente podem ser revendidas abertamente, o que costuma direcionar peças desse tipo para negociações discretas entre colecionadores.
Escancara a fragilidade de museus menores diante de furtos de obras raras de altíssimo valor histórico.
Fonte: Forbes Brasil
A dose exata O furto levou três dos cinco painéis restantes do retábulo Polittico di San Gregorio, atribuído a Antonello da Messina. |
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265 peças raras de Comme des Garçons vão a leilão em Londres
 O colecionador australiano Octavius La Rosa, fundador da loja e site de revenda Dot Comme, está levando 265 peças raras de Comme des Garçons para leilão na Kerry Taylor Auctions, segundo a WWD. A coleção reunida por La Rosa é apresentada como um acervo raro da marca japonesa, com peças que dificilmente aparecem no mercado de revenda tradicional e que devem atrair interesse de colecionadores e arquivistas de moda. Leilões desse tipo têm se tornado um canal cada vez mais relevante para marcas de moda conceitual, que produzem em escala limitada e cujas peças de arquivo acabam valorizando fortemente entre entusiastas dispostos a pagar por história de marca. Para quem acompanha o mercado de moda vintage, o leilão é uma oportunidade rara de acessar peças que normalmente ficam restritas a coleções privadas, funcionando também como termômetro de quanto o mercado está disposto a pagar por arquivo de Comme des Garçons.
Abre uma janela rara para colecionadores acessarem peças de arquivo de Comme des Garçons fora dos canais tradicionais.
Fonte: WWD
Pra viagem Consulte o catálogo da Kerry Taylor Auctions para conferir as 265 peças de Comme des Garçons antes do leilão. |
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